Rockabilly | Histórias msn: thecrazys51@hotmail.com

Origens do rock
Este gênero musical de grande sucesso surgiu nos Estados Unidos na década de 1950. Inovador e diferente de tudo que já tinha ocorrido na música, o rock unia um ritmo rápido com pitadas de música negra do sul dos EUA e o country. Uma das características mais importantes do rock era o acompanhamento de guitarra elétrica, bateria e baixo. Com letras simples e um ritmo dançante, caiu rapidamente no gosto popular. Apareceu pela primeira vez num programa de rádio no estado de Ohio (EUA), no ano de 1951.

A rock na década de 1950 : primeiros passos
É a fase inicial deste estilo, ganhando a simpatia dos jovens que se identificavam com o estilo rebelde dos cantores e bandas. Surge nos EUA e espalha-se pelo mundo em pouco tempo. No ano de 1954, Bill Haley lança o grande sucesso Shake, Rattle and Roll. No ano seguinte, surge no cenário musical o rei do rock Elvis Presley. Unindo diversos ritmos como a country music e o rhythm & blues. O roqueiro de maior sucesso até então, Elvis Presley lançaria o disco, em 1956, Heartbreaker Hotel, atingindo vendas extraordinárias. Nesta década, outros roqueiros fizeram sucesso como, por exemplo, Chuck Berry e Little Richard.

O rock na década de 1960 : rebeldia e transgressão
Esta fase marca a entrada no mundo do rock da banda de maior sucesso de todos os tempo : The Beatles. Os quatro jovens de Liverpool estouram nas paradas da Europa e Estados Unidos, em 1962, com a música Love me do. Os Beatles ganham o mundo e o sucesso aumentava a cada ano desta década.
A década de 1960 ficou conhecida como Anos Rebeldes, graças aos grandes movimentos pacifistas e manifestações contra a Guerra do Vietnã. O rock ganha um caráter político de contestação nas letras de Bob Dylan. Outro grupo inglês começa a fazer grande sucesso : The Rolling Stones.
No final da década, em 1969, o Festival de Woodstock torna-se o símbolo deste período. Sob o lema "paz e amor", meio milhão de jovens comparecem no concerto que contou com a presença de Jimi Hendrix e Janis Joplin.
Bandas de rock que fizeram sucesso nesta época : The Mamas & The Papas, Animals, The Who, Jefferson Airplane, Pink Floyd, The Beatles, Rolling Stones, The Doors.

O rock nos Anos 70 : disco music, pop rock e punk rock
Nesta época o rock ganha uma cara mais popular com a massificação da música e o surgimento do videoclipe. Surge também uma batida mais forte e pesada no cenário do rock. É a vez do heavy metal de bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple. Por outro lado, surge uma batida dançante que toma conta das pistas de dança do mundo todo. A dance music desponta com os sucessos de Frank Zappa, Creedence Clearwater, Capitain Beefheart, Neil Young, Elton John, Brian Ferry e David Bowie.
Bandas de rock com shows grandiosos aparecem nesta época : Pink Floyd Genesis, Queen e Yes.

Anos 80 : um pouco de tudo no rock
A década de 1980 foi marcada pela convivência de vários estilos de rock. O new wave faz sucesso no ritmo dançante das seguintes bandas: Talking Heads, The Clash, The Smith, The Police.
Surge em Nova York uma emissora de TV dedicada à música e que impulsiona ainda mais o rock. Esta emissora é a MTV, dedicada a mostrar videoclipes de bandas e cantores.
Começa a fazer sucesso a banda de rock irlandesa chamada U2 com letras de protesto e com forte caráter político. Seguindo um estilo pop e dançante, aparecem Michael Jackson e Madonna.

O rock na década de 1990 : fusões e experimentações
Esta década foi marcada por fusões de ritmos diferentes e do sucesso, em nível mundial, do rap e do reggae. Bandas como Red Hot Chili Peppers e Faith no More fundem o heavy metal e o funk, ganhando o gosto dos roqueiros e fazendo grande sucesso.
Surge o movimento grunge em Seattle, na California. O grupo Nirvana, liderado por Kurt Cobain, é o maior representante deste novo estilo. R.E.M., Soundgarden, Pearl Jam e Alice In Chains também fazem sucesso no cenário grunge deste período.
O rock britânico ganha novas bandas como, por exemplo, Oasis, Green Day e Supergrass.

O Rock no Brasil
O primeiro sucesso no cenário do rock brasileiro apareceu na voz de uma cantora. Celly Campello estourou nas rádios com os sucessos Banho de Lua e Estúpido Cupido, no começo da década de 1960. Em meados desta década, surge a Jovem Guarda com cantores como, por exemplo, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Com letras românticas e ritmo acelerado, começa fazer sucesso entre os jovens.
Na década de 1970, surge Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados. Na década seguinte, com temas mais urbanos e falando da vida cotidiana, surgem bandas como: Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso.
Na década de 1990, fazem sucesso no cenário do rock nacional : Raimundos, Charlie Brown Jr., Jota Quest, Pato Fu, Skank entre outros.




 

Rock Brasil 1 — 1955

A história do rock no Brasil deu muitas voltas desde o seu começo oficial, no dia 24 de outubro de 1955, quando foi lançada, na voz de Nora Ney, a música Ronda das Horas. Era uma versão em ritmo de fox para Rock Around the Clock, um dos primeiro sucessos do rock’n’roll, escrito por Max C. Freedman e Jimmy Knight e gravado por Bill Haley & His Comets. Depois desse inusitado disco inaugural, os brasileiros viram aquela subversiva novidade americana ser assimilada pelos compositores nacionais (em 1957, Cauby Peixoto gravou o primeiro exemplar nacional, Rock and Roll em Copacabana, de Miguel Gustavo), gerar seus primeiros ídolos tupiniquins (Cely Campello, de Estúpido Cupido e Banho de Lua, e Sérgio Murilo, de Broto Legal), ensaiar suas primeiras apologias ao mau comportamento (em Rua Augusta, com Ronnie Cord, ou melhor, Ronaldo Cordovil) e inspirar o primeiro movimento de afirmação da cultura jovem brasileira – a Jovem Guarda de Roberto e Erasmo Carlos, com sua rebeldia cuidadosamente calculada. Com esse impulso, as guitarras elétricas passaram a dar o tom para a farra da garotada, misturando-se sem problemas, a partir da Tropicália (1967), com os mais tradicionais gêneros da música brasileira.







 

Rockabilly

Mistura de Rythm & Blues, Country e Western, este estilo teve como precursores nomes como Carl Perkns e Bill Haley and the Comets. EM 1955, Bill Haley gravou o single (Were gonna) Rock Around the Clock, que vendeu mais de 22 milhões de cópias nos EUA e introduziu a garotada da época ao rítmo alucinante do Rock and Roll original. Nascia então o Rock and Roll. Rockabilly é o apelido carinhoso que se dá hoje aos ídolos do velho e bom Rock and Roll. É como se dissésemos "Rock Raiz". Outros nomes da época também devem ser lembrados como Ricky Nelson, Jerry Lee Lewis, Johnny Cash, Roy Orbison, The Everly Brothers, Chuck Berry, Eddie Cochran, Buddy Holly and Gene Vincent. Existem algumas bandas Rockabilly que misturam elementos de outros estilos como o Punk - dando origem ao Psychobilly, bem representado pelo The Cramps.



 

James Joseph Brown Jr. (Barnwell, Carolina do Sul, EUA, 3 de Maio de 1933 - Atlanta, Geórgia, EUA, 25 de Dezembro de 2006) foi um cantor, compositor e produtor musical negro norte-americano reconhecido como uma das figuras mais influentes do século XX na música. Prolífico letrista e produtor musical, foi o principal impulsionador da evolução do gospel e do rhythm and blues para o soul e o funk, sendo a invenção deste último gênero creditada a ele. Também deixou sua marca em outros gêneros musicais, incluindo rock, jazz, reggae, disco, no hip-hop e na música dançante e eletrônica em geral.

Sua carreira de músico profissional iniciou-se em 1953, atingindo a fama no fim da década de 1950 e início da de 1960, graças à força de suas performances ao vivo e a uma seqüência de grandes sucessos. Apesar de numerosos problemas pessoais e alguns insucessos, ele continuou a produzir sucessos nas duas décadas seguintes. Nas décadas de 1960 e 1970, Brown era uma presença em assuntos políticos norte-americanos, especialmente no ativismo em favor dos negros e dos pobres.

James Brown morreu aos 73 anos em 25 de dezembro de 2006, em Atlanta, Geógia, EUA, após internação devido a severa pneumonia[1].


[editar] Discografia de James Brown
1959 Try Me!
1959 Please Please Please
1960 Think
1961 James Browns Presents His Band
1961 The Amazing James Brown
1961 Night Train
1962 Shout & Shimmy
1962 Tours the U.S.A.
1962 Jump Around
1963 Live at the Apollo (1963)
1963 Prisoner of Love
1964 Pure Dynamite! Live at the Royal
1964 Showtime
1964 Out of Sight
1964 Grits & Soul
1965 Papas Got a Brand New Bag
1965 James Brown Plays James Brown
1965 Papas Got a Brand New Bag
1966 I Got You (I Feel Good)
1966 James Brown Plays New Breed
1966 Its a Mans Mans Mans World
1966 Handful of Soul
1966 Mighty Instrumentals
1966 James Brown Sings Christmas Songs
1967 Sings Raw Soul
1967 Live at the Garden
1967 James Brown Plays the Real Thing
1967 Cold Sweat
1968 I Cant Stand Myself When You Touch Me
1968 I Got the Feelin
1968 James Brown Plays Nothing But Soul
1968 Live at the Apollo (1968)
1968 James Brown Sings out of Sight
1968 James Brown Presents His Show of Tomorrow
1968 Soul Party
1968 A Soulful Christmas
1968 A Thinking About Little Willie
1969 Say It Loud, Im Black and Im Proud
1969 Gettin Down to It
1969 Its a Mother
1969 The Popcorn
1969 Plays Rhythm & Blues
1969 Excitement
1970 Aint It Funky
1970 Soul on Top
1970 Its a New Day -- So Let a Man Come In
1970 Sex Machine (live)
1970 Hey America
1971 She Is Funky Down Here
1971 Hot Pants
1971 Revolution of the Mind (live)
1971 Super Bad (live)
1971 Soul Brother No. 1
1972 There It Is
1972 Get on the Good Foot
1973 Black Caesar
1973 Slaughters Big Rip-Off
1973 The Payback
1974 Hell
1974 Reality
1975 Sex Machine Today
1975 Everybodys Doin the Hustle
1976 Get up Offa That Thing (1976)
1976 Bodyheat
1976 Hot
1977 Muthas Nature
1977 Strangers
1978 Jam/1980s
1978 Take a Look at Those Cakes
1979 The Original Disco Man
1979 Mister Dynamite
1980 People
1980 Hot on the One (live)
1980 Soul Syndrome
1981 Nonstop!
1981 The Third Coming
1981 Live in New York
1981 Special
1982 Mean on the Scene (live)
1983 Bring It On!
1985 Live in Concert
1986 Gravity
1988 Im Real
1991 Love Over-Due
1992 Universal James
1995 Live at the Apollo 1995
1998 Im Back
1999 The Merry Christmas Album
2001 Get up Offa That Thing (2001) (live)
2002 Super Bad - Live
2002 Startime Live
2002 In Concert (live)


 

Elvis Aron Presley (East Tupelo, Mississippi, 8 de janeiro de 1935 — Memphis, Tennessee, 16 de agosto de 1977) foi um famoso cantor, músico, ator e dançarino norte-americano, sendo mundialmente denominado O Rei do Rock. Uma de suas maiores virtudes era a sua voz, devido ao seu alcance vocal, que atingia, segundo especialistas, notas musicais de difícil alcance para um cantor popular. A crítica especializada reconhece seu expressivo ganho, em extensão, com a maturidade; além de virtuoso senso rítmico, força interpretativa e um timbre de voz que o destacava entre os cantores populares.

Elvis tornou-se um dos maiores ícones da cultura popular mundial durante todo o século XX. Entre seus sucessos musicais podemos destacar, "Hound Dog", "Dont Be Cruel", "Love me Tender", "All Shook up", "Teddy Bear", "Jailhouse Rock", "Its Now or Never", "Can´t Help Falling in Love", "Surrender", "Crying In The Chapel", "In The Ghetto", "Suspicious Minds", "Dont Cry Daddy", "The Wonder of You", "An American Trilogy", "Burning Love", "My Boy" e "Moody Blue". Especificamente na Europa, canções como "Wooden Heart", "You Dont Have To Say You Love Me", "My Boy" e "Moody Blue", foram também marcantes. Particularmente no Brasil, foram bem-sucedidas as canções "Kiss me Quick", "Bossa Nova Baby", "Bridge Over Troubled Water", "Sylvia" e "My Boy", dentre outras que também marcaram época. Após sua morte, novos sucessos advieram, como "Way Down" (logo após seu falecimento), "Always On My Mind", "Guitar Man", "A Little Less Conversation" e "Rubberneckin". Ainda hoje, quase trinta anos após sua morte, é o detentor de maior número de "hits" nas paradas mundiais e o recordista de venda de discos em todos os tempos, cerca de dois bilhões [1] de cópias vendidas.


 

James Byron Dean (Marion, Indiana, 8 de Fevereiro de 1931 - Salinas, Califórnia, 30 de Setembro de 1955) foi um ator, fotógrafo e piloto de corridas estado-unidense. É considerado por muitos como um ícone cultural, como a melhor personificação da rebeldia e angústias próprias da juventude da década de 1950.
James Dean O Mito do Cinema

James DeanHoje em dia, a sua cidade natal é ainda um ponto de referência para todos os fãs do ator. Tinha apenas cinco anos de idade quando se mudou com a família para Santa Mónica, na Califórnia. Quando perdeu a mãe, com nove anos de idade, o pai enviou James para uma quinta em Fairmount, Indiana, onde foi criado pelos tios Ortense e Marcus Winslow.

Fora dos “sets de filmagem” era conhecido por uma agitada vida social, um enorme fascínio por carros velozes e pela velocidade em si. Paixão que lhe custou a vida. Quando se dirigia para uma corrida, em 30 de Setembro de 1955, envolveu-se num acidente fatal, partindo imediatamente a coluna vertebral e sofrendo de hemorragias internas.

No dia em que morreu, James Dean ainda esgotava ingressos com o seu primeiro filme. A consagração final chegou poucos dias após a sua morte, quando Juventude transviada chegou aos cinemas. Recebeu duas indicações ao Oscar, postumamente. Em 1956, por Vidas amargas (a primeira indicação póstuma na história da premiação), e em 1957, por Assim caminha a humanidade, ambas por Melhor Actor. Ganhou dois prêmios do Globo de Ouro, em 1956 como Melhor Actor e, no ano seguinte, num prêmio especial que o consagrou como Ator Favorito do Público.


 

O primeiro veículo motorizado a ser produzido com propósito comercial foi um carro com apenas três rodas. Este foi produzido, em 1885, pelo alemão Karl Benz e possuía um motor a gasolina. Depois foram surgindo outros modelos, vários deles com motores de dois tempos, inventado, no ano de 1884, por Gottlieb Daimbler.

Algum tempo depois, uma empresa francesa, chamada Panhard et Levassor, iniciou sua própria produção e venda de veículos. Em 1892, Henry Ford produziu seu primeiro Ford na América do Norte.

Os ingleses demoraram um pouco mais em relação aos outros países europeus devido à lei da bandeira vermelha (1862). Esta impunha aos veículos transitar somente com uma pessoa em sua frente, segurando uma bandeira vermelha como sinal de aviso. O Lanchester foi o primeiro carro inglês, e, logo após dele, vieram outros como: Subean, Swift, Humber, Riley, Singer, Lagonda, etc.

No ano de 1904, surgiu o primeiro Rolls Royce com um radiador que não passaria por nenhuma transformação. A Europa seguiu com sua frota de carros: na França (De Dion Bouton, Berliet, Rapid), na Itália (Fiat, Alfa-Romeo), na Alemanha (Mercedes-Benz), já a Suíça e a Espanha partiram para uma linha mais potente e luxuosa: o Hispano-Suiza.

Após a Primeira Guerra Mundial, os fabricantes partiram para uma linha de produção mais barata, os automóveis aqui seriam mais compactos e fabricados em séries. Tanto Henry Ford, nos Estados Unidos da América, quanto Willian Morris, na Inglaterra, produziram modelos como: o Ford, o Morris e o Austin. Estes, tiveram uma saída impressionante das fábricas. Impressionados com o resultado, logo outras fábricas começaram a produzir veículos da mesma forma, ou seja, em série.

No caso do Brasil e também em outros países da América Latina, esta evolução automotora chegou somente após a Segunda Guerra Mundial. Já na década de 30, fábricas estrangeiras, como a Ford e a General Motors, colocaram suas linhas de montagem no país. Porém, foi somente em 1956, durante o governo de Juscelino Kubitschek que as multinacionais automotivas começaram a montar os automóveis. Primeiramente fabricaram caminhões, camionetas, jipes, furgões e, finalmente, carros de passeio. Esta indústria foi iniciada pela Fábrica Nacional de Motores, que era responsável pela produção de caminhões pesados. Posteriormente vieram: automóvel JK com estilo Alfa-Romeo, Harvester, Mercedes-Benz do Brasil com seus caminhões e ônibus, a Scania-Vabis e a Toyota.

Logo depois, carros de passeio e camionetas começaram a ser fabricados: Volkswagem, DKW-Vemag, Willys-Overland, Simca, Galaxie, Corcel (da Ford), Opala (da Chevrolet), Esplanada, Regente e Dart (da Chrysler). Todos estes veículos, embora montados no Brasil, eram projetados nas matrizes européias e norte-americanas, utilizando a maioria de peças e equipamentos importados.

Diferente de antigamente, hoje o automóvel possui características como conforto e rapidez, além de ser bem mais silencioso e seguro. Nos últimos anos, os carros vêm passando por inúmeras mudanças, e estas, os tornam cada vez mais cobiçados por grande parte dos consumidores. Todo o processo de fabricação gera milhões de empregos em todo mundo e movimenta bilhões de dólares, gerando lucros para as multinacionais que os fabricam.


 

The Stray Cats
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A banda em concerto no Crossroad Festival na Espanha, 2004The Stray Cats é uma banda de rockabilly formada em 1979 pelo guitarrista/vocalista Brian Setzer e seus colegas de escola Lee Rocker (Leon Drucker) e Slim Jim Phantom (James McDonnel). O grupo teve vários sucessos no Reino Unido e nos Estados Unidos no começo dos anos 80.

Depois de sua primeira separação em 1984, a banda vêm reunindo-se esporadicamente desde então; mais recentemente em 2004, lançando Live in Brixton, álbum de versões ao vivo de muitas de suas primeiras canções
Formação e sucesso rápido no Reino Unido
Os Stray Cats foram formados na cidade de Massapequa, Long Island. O seu som retro, estilo anos 50, não agradou muito ao público. No verão de 1980 o grupo decidiu partir para a Inglaterra, onde o movimento revival do rockabilly estava começando a emergir.

Depois de um espectáculo em Londres, os Stray Cats encontraram-se com o produtor Dave Edmunds, conhecido como um entusiasta das raízes do rock por seu trabalho com a Rockpile e como artista solo. Edmunds ofereceu-se para trabalhar com o grupo, e eles entraram em estúdio para gravar um álbum homónimo, lançado em Inglaterra em 1981 pela Arista Records. O sucesso do disco foi imediato e o mesmo produziu três êxitos nesse mesmo ano: "Runaway Boys", "Rock This Town" e "Stray Cat Strut". O álbum seguinte, Gonna Ball, não foi tão bem recebido, tendo sido marcado por fortes críticas negativas. Os Stray Cats decidiram retonar aos Estados Unidos e divulgar seu trabalho por lá.


[editar] Retorno aos E.U.A
Os Stray Cats assinaram contrato com a EMI America, e em 1982 lançaram seu álbum de estréia norte-americano, Built for Speed, uma compilação dos seus dois LPs britânicos.

Ajudados por uma divulgação maciça na recém-lançada MTV, "Rock This Town" e "Stray Cat Strut" chegaram ao Top Ten norte-americano, mais de um ano depois de aparecerem nos escaparates britânicos. Como resultado, Built for Speed foi um grande sucesso, e os Stray Cats passaram a ser vistos como mestres do estilo retro. O seu segundo álbum norte-americano, Rant n Rave With the Stray Cats, foi lançado em 1983 e produziu outro êxito no Top Ten com "(Shes) Sexy + 17", assim como um sucesso menor com a balada estilo doo-wop "I Wont Stand in Your Way".


[editar] Separação e reuniões subsequentes
Conflitos pessoais começaram a surgir causados pela maneira como os músicos lidaram com o sucesso; Phantom casou-se com a actriz Britt Ekland, enquanto Setzer fazia participações especiais com astros como Bob Dylan e Stevie Nicks, além de se tornar guitarrista do projeto Honeydrippers de Robert Plant. No fim de 1984, Setzer acabou com a banda depois de várias altercações.

Em 1986 os Stray Cats reuniram-se novamente em Los Angeles, gravando um álbum de covers chamado Rock Therapy, que não vendeu muito bem.

O trio voltou aos seus respectivos projetos pós-Stray Cats, lançando álbuns de pouco sucesso. Em 1989, eles reuniram-se mais uma vez para lançar Blast Off, que foi acompanhado por uma digressão com Stevie Ray Vaughan. Abandonando a EMI, a banda entrou em estúdio com Nile Rodgers para gravar Let’s Go Faster, lançado pela Liberation em 1990. Depois de mais um álbum de covers, Original Cool, de 1993, o grupo separou-se novamente.

Apesar da pouca repercussão de seus álbuns nos anos 90, o grupo reune-se periodicamente para apresentações ao vivo.


[editar] Discografia
Stray Cats (1981)
Gonna Ball (1981)
Built For Speed (1982)
Rant N Rave With The Stray Cats (1983)
Rock Therapy (1986)
Blast Off! (1989)
Lets Go Faster! (1990)
Choo Choo Hot Fish (1992)
Original Cool (1993)
Tear it Up (1993)
Something Else (1995)
Live (1999)
Lonesome Tears (2003)
Rumble In Brixton (2006)


 

****************************Reverend Horton Heat*********************************

The Reverend Horton Heat é um trio de psychobilly/rockabilly formado em Dallas, Texas que usa o nome artístico de seu cantor/compositor, Jim Heat (nascido em 1959 em Corpus Christi, Texas).

Formação

Integrantes atuais
Jim "Reverend Horton" Heath: guitarra, vocais
Jimbo Wallace: violoncelo (de 1989 até hoje)
Scott Churilla: bateria (de 1994 até hoje)

Ex-integrantes
Patrick "Taz" Bentley: bateria(1989-1994)
"Swingin" Jack Barton: violoncelo (1985-1989)
Bobby Baranowski: bateria (1985-1989)

Discografia


O grupo foi formado em 1985. Por suas turnês incessantes e um show maníaco de palco, eles se estabilizaram como uma das bandas mais populares do underground norte-americano.


 

The Jordans. Um dos maiores grupos de rock instrumental do início da década de 1960, na linha dos ingleses Shadows e dos norte-americanos Ventures. 0 que distinguia os Jordans de outros grupos brasileiros na mesma linha, como Os Incríveis e The Jet Blacks, era o uso de instrumentos pouco comuns no pop-rock instrumental, como vibrafone, bandolim e três guitarras elétricas.
O grupo se formou em São Paulo SP, no bairro da Mooca, em janeiro de 1956, com Aladdin (Romeu Mantovani Sobrinho, São Paulo 1941-), guitarra-solo; Sinval (Olímpio Sinval Drago, Jaú SP 1942-), guitarra-base; Tony (José de Andrade, São Paulo 1944.-), contrabaixo; Foguinho (Valdemar Botelho Júnior), bateria; e Irupê (Irupê Teixeira Rodrigues), saxofone e trompete.
Tiraram seu nome do grupo vocal The Jordanaires, que participava das gravações de Elvis Presley. Apareceram na televisão pela primeira vez em 1958, num programa comandado por Tony e Celly Campello, na Record. A primeira gravação do grupo foi um 78 rpm pela Espaciall Mocambo, o instrumental Boudah (G. Dovan e B. Drean), no início de 1961. O grupo lançou Manito (tocando bateria enquanto Foguinho servia o exército) e Mingo, que depois formaram o conjunto The Clevers. Mais tarde, o trompetista Neno, também do The Clevers, passou a fazer parte do grupo.
Contratado pela Copacabana em 1961, o conjunto gravou vários 78 rpm, LPs e compactos. Seus sucessos incluem: Blue star (Victor Young), em 1964, e Tema de Lara (Maurìce Jarre), em 1966. Aladdin saiu em fins de 1968 e o grupo se dissolveu pouco tempo depois. Irupê transferiu-se para o grupo de samba Raça Negra, como saxofonista e arranjador.
Em 1995, com Aladdin, Sinval, Tony, Foguinho e, eventualmente, Manito, o conjunto gravou um disco de reunião, Bons tempos. Ainda ativo na segunda metade da década de 1990, foi citado em revistas francesas e inglesas como um dos remanescentes latino-americanos do pop instrumental dos anos de 1960.
Veja também:


 

O João Penca foi uma das bandas mais atípicas do rock brasileiro dos anos 80. Enquanto seus colegas buscavam se atualizar com a new wave e os teclados do tecnopop, esses músicos cultivavam um tipo de som bastante fora de rota, que juntava no mesmo saco surf music, rockabilly, jovem guarda, com um toque de picardia tipicamente carioca. A banda de Selvagem Big Abreu, Bob Gallo e Avelar começou acompanhando Eduardo Dusek no disco Cantando no Banheiro. De suas fileiras, fez parte incialmente o goiano Léo Jaime, autor do Rock da Cachorra (aqui em versão da banda de 1993), que logo saiu em carreira solo, mas não se distanciou esteticamente da banda (vide o LP Sessão da Tarde). O primeiro disco do João Penca, Os Maiores Sucessos de... saiu em 83 pela Ariola – infelizmente, suas faixas não puderam ser incluídas nesta que é a primeira coletânea da banda. Clássicos desse LP, como Calúnias (Telma Eu Não Sou Gay) (versão de Léo Jaime para Tell Me Once Again, da banda Light Reflections, que foi originalmente cantada por Ney Matogrosso) e Psicodelismo em Ipanema vêm de regravações do disco A Festa dos Micos (93). Os sucessos dos discos posteriores (exceto o S.O.S. Miquinhos), no entanto, estão todos no CD, com som remasterizado. Lágrimas de Crocodilo, Pop Star ("a sua mãe não percebe/ O feeling da minha guitarra no dez"), Matinê no Rian, Banana Split, Universotário (rockabilly sensacional em clima de Stray Cats) e a deliciosa A Louca do Humaitá (versão sacana de Abreu para sucesso de Elvis Presley, Ring Around Your Neck) comparecem ao lado de outras músicas não tão conhecidas, mas igualmente boas, como Luau de Arromba (que é o Festa de Arromba do Rock Brasil dos 80), O Monstro (versão do clássico da Motown Do You Love Me) e Ricota, música do repertório incial do Ultraje a Rigor, composta por seu então guitarrista Edgard Scandurra (do Ira!). Apesar da ingenuidade de algumas letras (o que parecia ser mais uma reverência à jovem guarda do que outra coisa), o som do João Penca foi um dos que menos envelheceu entre as bandas do Rock Brasil 80. Impecáveis corinhos em estilo doo-wop e um extremo bom gosto nos arranjos ajudaram suas músicas a chegar frescas a este ano 2000.


 

Richard Steven Valenzuela, mais conhecido como Ritchie Valens (13 de Maio de 1941 – 3 de Fevereiro de 1959) foi um músico descendente de mexicanos, nascido em Pacoima (Vale de São Fernando), no subúrbio de Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos.

Ficou famoso interpretando músicas de rock. Seu grande sucesso foi a canção "La Bamba", que mais tarde nomearia um filme sobre sua vida. Também fora regravada pelo grupo Los Lobos.

Durante a chamada Era Rockabilly, a carreira de Ritchie Valens estava em ascendência. No entando, em 3 de fevereiro de 1959, Buddy Holly, Big Bopper e Valens morreram em um acidente de avião. Esse incidente ficou conhecido como "o dia em que a música morreu", retratado posteriormente na canção American Pie, de Don McLean.

O roqueiro brasileiro, Raul Seixas preferiu dizer que o dia 3 de fevereiro de 1959 foi "o dia em que o rock bateu as botas". Com tal afirmação, Seixas sugeria que a morte precoce dos músicos o rock sem uma possível significativa contribuição, que poderia influenciar tudo o que é hoje conhecido acerca deste estilo musical.

Ritchie Valens, durante sua breve carreira, produziu dois álbums. Quando se interessou pelo rock, Valens já possuia uma base musical sedimentada no pop, no jazz e na música folclórica mexicana, apesar de não falar bem a língua espanhola.


[editar] O início
Ao completar 15 anos comprou sua primeira guitarra e, em 1957 já com 16 anos, formou uma banda chamada Satelltes, formada por dois negros, um americano de ascendência mexicana e um de origem japonesa.

Meses depois Valens foi descoberto por Bob Keane e depois de 60 tentativas (como descritas no filme "La Bamba") conseguiu chegar ao take definitivo de "Come On Lets Go" e, assim, chegou as lojas seu primeiro compacto já com o seu nome artístico.

No segundo semestre de 1958 sua carreira tomou um grande impulso quando participou do filme "Go Johny Go" e logo depois produziu seus dois grandes hits: "Donna", uma balada romântica que fizera para uma paixão de colégio e que alcançou o segundo lugar nas paradas norte-americanas, bem como, "La Bamba", que é a releitura de uma canção folclórica mexicana de mesmo nome, a qual tomou a decisão de gravá-la após cruzar a fronteira e dar um passeio em Tijuana. Outras baladas que fizeram deste jovem artista conhecido no cenário musical "Ooh! My Head" e o cover de "We Belong Together" que chegaram as mais altas paradas de sucesso dos Estados Unidos.

Depois de sua morte pouco do material inédito disponível de Valens foi lançado em disco.